Comigo, eles são Seguidores da Verdade:

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Sobre Mensalão, Lulladrão y otras cositas más...

Fala sério!


Eis aí um bom resumo em forma de arte do pensamento dominante que ora perpassa o comum dos cidadãos.

Não sei o nome dele, nem quando esse vídeo foi feito, eu o encontrei num álbum do Facebook. Apenas diz lá que ele é um humilde pedreiro.

Mas o importante é que tudo o que foi cantado aí é o que todos os eleitores deveriam refletir: as consequências do mau voto...

Ouça o que o pedreiro pensa sobre o nosso Brasil:


 

domingo, 25 de novembro de 2012

Sobre o escândalo do nióbio

Acorda, Brasil!


O rapaz que fez este vídeo é um homem sério, brasileiro que trabalha no Canadá como técnico qualificado na área de ressonância magnética.
A algum tempo já, ele resolveu comparar alguns serviços públicos daquele país com os do nosso Brasil e tem obtido um sucesso considerável com suas matérias sempre muito bem feitas.
Agora, ele vem com um assunto realmente escandaloso sobre um minério que só existe nestes dois países e revela como isso é tratado lá e cá. Veja do que se trata, comente com seus próximos e divulgue o máximo que puder.

domingo, 25 de março de 2012

"Apóstolos dos Últimos Tempos"



Hoje é o dia em que grande parte dos escravos por amor renovamos a "consagração total de si mesmo a Jesus por meio de Maria", conforme os escritos de São Luís Grignon de Monfort no Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem.

A ideia é em tudo ser imitador de Jesus Cristo, inclusive no desejar ser gerado no ventre imaculado de Maria que, após o divino parto, tornou-se uma como que forma para moldar outras imagens idênticas do Menino-Deus. Claro que essas imagens são de material infinitamente inferior, como diz o santo escritor, de gesso mesmo. Mas gerados na mesma forma, tornam-se imagens vivas do Salvador, buscando em tudo conformar-se à Ele em suas vidas, a fim de que digam com São Paulo: "Vivo; mas já não sou eu que vivo: é Cristo quem vive em mim".

Tudo isso é possível mediante a certeza de que nas mãos de tão doce Mãe somente a Vontade de Deus Pai haverá de prevalecer em nossas vidas e por meio de Sua preciosa intercessão é que seremos sempre cheios e conduzidos por Seu divino Esposo, o Santo Espírito de Deus.

E nessa devoção consacratória não há nem mesmo um resquício de idolatria, visto que a Virgem Santíssima é Ela própria ESCRAVA por amor e, portanto, sem direito algum diante de Sua Magestade, subentendendo-se daí o fato de Ela entregar a Deus tudo e todos que em Suas mãos forem confiados.

Foi o melhor presente que, há dezesseis anos, recebi. A essa consagração devo minha vida missionária e nela quero morrer, como "apóstolo dos Últimos Tempos", anunciando Jesus Cristo crucificado e ressurecto, com palavras e com gestos concretos, tendo diante dos olhos as glórias de Maria, o explendor da Verdade e a magnificência da Salvação a nós concedida com tanta liberalidade...

Como resumo da consagração, digo todos os dias e repito agora: "Eu renuncio a mim mesmo e me dou inteiramente a Vós, ó minha Mãezinha!"...


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domingo, 4 de dezembro de 2011

Coragem - a estatura do cristão

Reconheço em Padre Lodi a têmpera de um vocacionado ao martírio, ou seja, um destemido, verdadeiro infante das coisas do Alto. Enfim, alguém em quem se possa confiar porque confia totalmente nos princípios do Evangelho. Por isso - mas não só! - ele luta bravamente contra o abortismo, a gaystapo e toda suposta "cultura" que se apresente com o fito (velado ou descarado) de destruir a instituição familiar.
Nesse meio tempo, o Padre também luta ardorosamente em favor da Tradição católica, do Magistério multissecular e da verdadeira vida em Deus. É um homem da Igreja, não poderia ser diferente. Ou poderia?
Afinal, o que se deve esperar das atitudes, dos gestos, das posições de homens que falam em nome de Deus? Eis o teor do email que acabo de receber de Padre Lodi e que reproduzo com gosto, com muita satisfação, por ser próprio de pessoas que não temem dizer a verdade, ainda que tal coragem possa ajuntar-lhe mais inimigos diante das trincheiras da vida.
Padre Lodi, definitivamente, é filho espiritual do saudoso Dom Pestana. Demos graças à Deus!
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Os “von Galen” brasileiros
(“Eu vos digo, se eles se calarem, as pedras gritarão” — Lc 19,40)
 Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.   

A história está repleta de omissos, no meio dos quais, de vez em quando, surge uma voz inquietante. No século XVI, na Inglaterra, um rei resolve separar-se do Papa e criar sua própria Igreja em seu país. A omissão é generalizada. Excetuam-se algumas vozes, como a de São João Fischer e São Tomas Morus, que derramam seu sangue pela verdade.
O atual Papa Bento XVI, na época Cardeal Ratzinger, em 1985 recordava que na Alemanha existia uma conferência episcopal já nos anos 30: “Pois bem, os textos realmente vigorosos contra o nazismo foram os que vieram individualmente de prelados corajosos. Os da Conferência, no entanto, pareciam um tanto abrandados, fracos demais com relação ao que a tragédia exigia”[1].
Um dos prelados corajosos daquela época foi o Cardeal Clemens August von Galen (1878-1946), bispo de Münster, apelidado por sua bravura “o leão de Münster”[2]. Recebeu a consagração episcopal em 1933, o mesmo ano em que Hitler subia ao poder. Escolheu como tema “Nec laudibus nec timore”, o que significa que “nem por louvores nem por temor” ele estava disposto a se desviar dos caminhos de Deus. Em sua primeira carta pastoral, na Quaresma de 1934, desmascarou a ideologia nacional socialista (“nazista”). Em um sermão na Catedral de Xanten, em 1936, acusou abertamente o regime nazista de discriminar os cristãos, encarcerá-los e até matá-los. Von Galen foi um dos bispos que Pio XI convidou a Roma em janeiro de 1937 para conversar sobre a situação na Alemanha e preparar a encíclica “Mit Brennender Sorge” (“Com grande preocupação”) em que o Papa acusou o nazismo perante a opinião mundial. O ponto culminante da resistência aberta de Clemens von Galen ao nazismo foram três famosos sermões, que pronunciou no verão de 1941, em que condenou os abusos do Estado e reclamou o direito à vida, à inviolabilidade e à liberdade dos cidadãos. Fustigou severamente o assassinato de deficientes físicos e mentais por considerá-los “improdutivos”.
Os sermões provocaram sensação internacional[3]: Cópias foram enviadas para os soldados alemães nas linhas de frente; a BBC [emissora de rádio inglesa] leu trechos no ar. O líder nazista local exigiu que von Galen fosse executado. A irmã do bispo, uma freira, foi detida e trancada no porão do convento, do qual ela escapou subindo e saindo pela janela.
O próprio von Galen esperava ser martirizado. Mas algo extraordinário ocorreu: Os nazistas recuaram. Os sermões do bispo estimularam o público: enfermeiras e assistentes hospitalares começaram a obstruir o programa. Então, Hitler decretou uma ordem suspendendo que adultos deficientes fossem mortos nas câmaras de gás.
Embora os nazistas tivessem continuado a matar os deficientes, principalmente as crianças, eles mataram menos e faziam todo o possível para esconder o que faziam. Conforme Evans escreveu, não fosse pelas ações de von Galen, os nazistas teriam prosseguido sem impedimentos em sua meta de livrar a sociedade alemã “daqueles que continuavam a ser um peso sobre ela”.
O Bispo, que esperava ser martirizado, “sofreu muito porque em seu lugar levaram a campos de concentração 24 membros do clero secular e 18 do clero regular, dos quais 10 perderam a vida”[4].
O Papa Pio XII criou-o cardeal em 18 de fevereiro de 1946, como reconhecimento por sua atitude intrépida frente ao nazismo. Retornando a Münster, pronunciou seu último discurso nas ruínas da Catedral em 16 de março diante do entusiasmo de uma grande multidão. No dia seguinte, caiu gravemente doente. Morreu em 22 de março do mesmo ano. Foi beatificado pelo Papa Bento XVI em 9 de outubro de 2005.
Nesse mesmo ano, a Human Life International criou o “prêmio Beato von Galen” para homenagear aqueles que se destacam na coragem em defender a vida humana.
Dois bispos brasileiros já foram agraciados com esse prêmio. O primeiro foi Dom José Cardoso Sobrinho, na época arcebispo de Olinda e Recife, que em 2009 lutou com todas as suas forças para defender a vida de três crianças: uma menina de nove anos, vítima de violência sexual, e dois bebês em seu ventre. Apesar de todo o empenho do arcebispo, os gêmeos, cada um com cerca de vinte semanas de vida, foram cruelmente assassinados por médicos do CISAM (Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros) em 04/03/2009 contra a vontade do pai da menina. O crime de Recife foi amplamente elogiado pela imprensa e o Ministério Público omitiu o seu dever de oferecer denúncia. Dom José Cardoso foi criticado não só pelos abortistas, mas por alguns de seus próprios irmãos no episcopado, de tal modo que foi necessário um “esclarecimento” oficial por parte da Congregação para a Doutrina da Fé em 11/07/2009, reafirmando a doutrina da Igreja e defendendo o corajoso arcebispo.
O segundo brasileiro a receber esse prêmio foi Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, Bispo de Guarulhos (SP), que durante as eleições presidenciais de 2010, teve a coragem de instruir seus diocesanos a negarem seu voto à candidata Dilma Rousseff (PT), por sua postura favorável à liberação do aborto[5]. O prêmio foi entregue em 14 de novembro de 2011, durante o II Encontro Internacional pela Verdade e pela Vida, promovido pela Human Life International em São Paulo[6].
A postura de Dom Bergonzini foi admirável. Em 26 de agosto de 2010 a Presidência e a Comissão Representativa dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, aprovaram um documento intitulado “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras[7], recomendando a sua “ampla difusão”.
O texto do “Apelo” dizia: “Recomendamos encarecidamente a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras [...] que, nas próximas eleições, dêem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalização do aborto”. Além disso, o texto trazia também vários fatos demonstrando que o Partido dos Trabalhadores é favorável à descriminalização do aborto.
A pedido de Dom Bergonzini, dois milhões de exemplares do temível documento foram impressos em uma gráfica de São Paulo. Incomodada pela divulgação daqueles fatos – contra os quais não havia argumentos – a candidata Dilma requereu ao Tribunal Superior Eleitoral que apreendesse o material impresso. Lamentavelmente o Ministro Henrique Dias (TSE) concedeu uma liminar arbitrária determinando a apreensão de todo aquele material informativo. A ilegalidade da liminar foi reconhecida pelo Ministério Público Eleitoral em 30/10/2010[8]. Somente em 01/03/2011, por decisão do Ministro Arnaldo Versiani, os folhetos foram devolvidos à Mitra Diocesana de Guarulhos.
Dom Luiz Gonzaga permanece firme em sua missão de anunciar a verdade e denunciar o erro. Em 22 de outubro de 2010 ele havia escrito que “o PT é o partido da mentira e da morte[9], referindo-se ao recurso do partido à inverdade para obter seus propósitos abortistas. Agora, em 22 de outubro de 2011, afirma com todas as letras que “PT e Dilma são o pai e a mãe das mentiras e da corrupção[10]. E diz destemidamente:
As pessoas estão com medo de dar os nomes dos responsáveis. Não tenham medo de dizer: Fora PT, Fora Dilma, Fora (Fulano de Tal), seja governador, prefeito, deputado, vereador, enfim, fora todos os que consomem até 69 bilhões de reais em atos de corrupção, sugados dos impostos pagos com muito sacrifício pelos brasileiros. Fora os que querem afastar o povo dos princípios morais cristãos e mantê-lo sem educação, sem segurança e, principalmente, sem atendimento de saúde suficiente para garantir uma vida digna para cada brasileiro – a vida é uma dádiva divina –, desde o momento da fecundação até a morte natural na velhice. [...] Não tenham medo! Vamos, juntos, restaurar os princípios morais cristãos e Mudar o Brasil”.
Na Alemanha a era nazista passou, deixando atrás de si milhões de vítimas, graças a resistência de heróis como o Bem-aventurado Clemens von Galen.
No Brasil, a era petista também há de passar, deixando atrás de si uma multidão de bebês abortados, de crianças e adolescentes corrompidos e de famílias desestruturadas. Mas o fim do atual pesadelo dependerá da atitude de heróis como Dom Luiz Gonzaga Bergonzini.
Anápolis, 4 de dezembro de 2011.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.  


[1] A fé em crise?: o Cardeal Ratzinger se interroga. São Paulo: EPU, 1985. p. 41.
[2] Os dados que se seguem foram extraídos da biografia do Beato Clemens von Galen no sítio da Santa Sé: http://www.vatican.va/news_services/liturgy/saints/ns_lit_doc_20051009_von-galen_sp.html
[3] A partir daqui, servimo-nos dos dados da LifeSiteNews: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2011/01/imagine-se-tivessemos-coragem-deste.html
[5] Cf. “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, 7 jan. 2011, in: http://www.domluizbergonzini.com.br/2011/01/dai-cesar-o-que-e-de-cesar-e-deus-o-que.html

domingo, 6 de novembro de 2011

Denúncia: Perigos da religião universal proposta pela ONU

Palestrante no congresso pró-vida da Human Life International em São Paulo, o sacerdote, jornalista e doutor em Teologia pela Universidade de Navarra (Espanha), monsenhor Juan Claudio Sanahuja, denunciou como a ONU e outras entidades buscam estrategicamente influenciar os países por meio de políticas anti-vida e a proposta de uma religião universal.

Segundo o sacerdote que também é membro da Pontifícia Academia para a Vida, existe uma nova guerra fria – existe um projeto de poder global - evidente em documentos da Organização das Nações Unidas (ONU) e em pronunciamentos e ações de chefes de Estado em todo o mundo.

“Hoje, se fala do politicamente correto, um pensamento único comum às pessoas de muitas nações. Esse projeto é um conjunto de medidas para implementar um conjunto de regras de como pensar, do que falar e fazer”, advertiu o sacerdote.

Falando concretamente sobre o papel da ONU, o estudioso explicou que a organização age para influenciar com políticas anti-vida as constituições das nações no mundo inteiro, Mons. Sanahuja explicou em diálogo com a ACI Digital, que “a ONU tem há muito tempo um projeto de poder global”.

“Em grande parte esta onda da cultura da morte vem motorizada pelos desejos dos países do norte de ter grandes reservas de matérias primas e minerais nos territórios países do sul que alimente os opulentos padrões de consumo dos países do norte. (...) Na raiz está isto: o desejo egoísta de domínio , simplesmente, para ter nos países do sul um enorme armazém... que cubra os padrões de consumo dos países do norte.

“Por isso o interesse da ONU de controlar a população mundial, impor a anticoncepção, impor o aborto, impor reformas até mesmo nos códigos éticos das religiões”, afirmou.

Monsenhor Sanahuja falou ainda que a religião universal, “também pode ser conhecida como novo código ético universal” e que esta vem infiltrando-se nas demais religiões.

“Este código vem marcado pelo desejo dos organismos internacionais da ONU, por exemplo, e também de alguns países centrais, de mudar as convicções religiosas dos povos para que seu plano de anticoncepção, de aborto, que eles mesmos chamam de re-engenharia social, seja aceito pelos países menos desenvolvidos”, sublinhou.

Este código ético segundo o Monsenhor “impõe valores relativos”. “Como dizia João Paulo II: o relativismo se converte em um totalitarismo, o relativismo unido à democracia se converte em um totalitarismo visível ou encoberto”.

“Pretende-se substituir as verdades imutáveis da lei natural, da religião cristã, ou das que eles chamam de religiões abraâmicas, por valores relativos de modo que tudo o que for afirmado como um valor imutável, como por exemplo o valor de toda vida humana, na condição que for, ou que o matrimônio só ocorre na união entre homem e mulher, tudo o que for afirmado assim, para eles é totalitarismo e altera a paz social”.

“Portanto isso dá pé a esta nova ordem mundial, para perseguir (se considerar necessário) a Igreja e a todos os que tenham convicções imutáveis”, acrescentou.

Em seguida, o sacerdote explicou que a nova religião universal é “este novo código ético que querem impor-nos através da re-interpreação dos direitos humanos” e citou, por exemplo, a ideologia de gênero, como uma das novas manifestações deste código que organismos internacionais querem impor.

Como ícone desta religião universal o sacerdote citou a carta da terra, um documento que “nasceu da sociedade civil mundial, envolveu em sua elaboração a mais de cem mil pessoas de 46 países, e já foi assumida em 2003 pela UNESCO ‘como instrumento educativo e uma referência ética para o desenvolvimento sustentável’. Participaram ativamente em sua concepção Mikhail Gorbachev, Maurice Strong e Steven Rockfeller, entre outros.

Diante disto o sacerdote denunciou a que a estratégia da ONU e dos organismos que a promovem é que esta “nova religião universal, sem dogmas”; se infiltre nas demais religiões.

Monsenhor Juan Claudio Sanahuja destacou que é preciso resgatar “a familia humana fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, a defesa da vida humana desde sua concepção até o seu fim natural e os direitos dos pais à educação dos filhos”.


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